Faz parte de um poema que adoro de paixão: "Quase", de autoria atribuída a Luís Fernando Veríssimo.
" É o quase que me incomoda, que me entristece, que me mata trazendo tudo que poderia ter sido e não foi..."
Costumo dizer que me arrependo do que não fiz e não do oposto... a vida é feita de riscos, de opções, de escalada de montanhas, mesmo que seja apenas para ver o que existe do outro lado... ah, como me destrói tudo aquilo que poderia ter sido... Estórias mal resolvidas são sempre uma espécie de perseguição, recordações que se mantém por perto e nos fazem desabar quando pensamos nelas "e se eu tivesse feito isto, ou tivesse ido ali..". Desilusão de um quase, é mesmo isso... e a desilusão corrompe, vai desgastando e ganhando território, infiltrando-se assim de mansinho como quem não quer incomodar...
Oi,
ResponderEliminarNão permitas q na tua vida ajam quases (casi), por mais quase que sim ou que não, mais vale um sim ou não seguro e forte, do que um quase. Doi tanto haver quases... tantos quantos já ouvimos por ai nas bocas de alguns: quase fui feliz! eu prefiro muito mais, eu fui feliz ou eu fui infeliz... por muito amargo que seja tenta e apesar de doer dói de uma vez.
Coragem!
Beijos
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